O senador Jaques Wagner (PT), candidato à reeleição, refutou nesta quinta-feira (25) as declarações do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, dono da instituição financeira, citadas em reportagem da colunista Natália Portinari, do UOL. As afirmações constam de uma proposta de delação premiada que, segundo a publicação, não foi aceita pela Polícia Federal e nem a Procuradoria-Geral da República (PGR).
Conforme o texto, Vorcaro teria dito que integrantes do grupo político do petista recebiam cerca de R$ 3 milhões por mês em supostas vantagens indevidas ligadas ao Credcesta, cartão de crédito consignado destinado a servidores públicos. Em publicação nas redes sociais, o senador negou as imputações e classificou-as como falsas.
“São declarações completamente falsas e oportunistas, criadas para interferir nas eleições. Em 2018 também inventaram mentiras. Eu me elegi e minha inocência ficou provada. Agora, vai acontecer o mesmo”, afirmou.
Wagner também rechaçou ter vínculo com o ex-banqueiro e criticou o uso de informações atribuídas a uma delação não homologada. “As manchetes se baseiam numa delação que não foi aceita pela PF e PGR e que até a defesa diz que não reconhece”, declarou.
O senador recordou ainda sua atuação no Senado durante as apurações sobre o Master. De acordo com ele, seu nome aparece entre os que assinaram o pedido de criação da CPI do Master. “Nunca atuei a favor do banco. A Bahia me conhece e sabe do meu trabalho”, sustentou.
Ao final, o petista disse que mantém a campanha pela reeleição e vinculou sua candidatura ao grupo liderado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). “Seguirei com humildade, fé em Deus e acreditando que a verdade sempre vence. Vamos seguir nossa caminhada com o Time de Lula”, concluiu.










