O senador Jaques Wagner (PT) defendeu neste domingo (5) a postura firme do governo federal diante das barreiras comerciais impostas pelos Estados Unidos, durante a Plenária Territorial do Semiárido Nordeste II, em Ribeira do Pombal, no interior da Bahia. Ao lado do governador Jerônimo Rodrigues (PT), do senador Otto Alencar (PSD) e de outras lideranças regionais, o petista exaltou os resultados obtidos pelo país mesmo sob pressão externa e reforçou o discurso de soberania nacional.
Em sua fala, Wagner destacou que a estratégia adotada pelo Palácio do Planalto inverteu a lógica das sanções unilaterais. Enquanto Washington impunha sobretaxas, Brasília ampliou horizontes comerciais com novos parceiros. O senador criticou duramente a medida norte-americana, classificando-a como infundada. Ele lembrou que a relação bilateral sempre foi desfavorável ao Brasil, o que tornaria a taxa ainda mais injustificável.
“A balança comercial é favorável aos EUA. Qual o sentido de um tarifaço contra o Brasil se compramos mais deles do que vendemos? Isso é perseguição”, afirmou.
Em seguida, Wagner atribuiu o desempenho positivo das exportações brasileiras à condução resoluta do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Segundo o parlamentar, o chefe do Executivo mobilizou o setor produtivo e abriu 500 novas frentes de negócio, o que resultou em um avanço de 12% nas vendas externas ao longo do último ano. “Mas, como o presidente Lula não dobra a coluna e se respeita, ele chamou os empresários e abrimos 500 novos pontos de comércio. Apesar do tarifaço, o Brasil fechou 2025 com aumento de 12% nas suas exportações”, completou.
O tom de celebração também marcou o encerramento do discurso, quando o senador projetou o cenário político futuro. Para Wagner, a mensagem enviada ao mundo é inequívoca: o país não se submete a pressões externas. E, nas entrelinhas, ele já vislumbra a continuidade do projeto petista no comando do Executivo. “O recado dado é simples: este país se respeita e Lula será reeleito”, finalizou.








