A saída do senador Flávio Bolsonaro (PL) do território brasileiro rumo aos Estados Unidos ganhou novos contornos. Segundo informações divulgadas pela Folha de S. Paulo, a articulação para a viagem do parlamentar contou com o conhecimento e, possivelmente, com o apoio direto do governo do presidente norte-americano Donald Trump.
De acordo com relatos de aliados da família Bolsonaro que mantêm contato com o governo dos EUA, a administração americana não apenas estava ciente da chegada do senador, mas teria “participado ativamente” do planejamento para retirá-lo do Brasil. A informação é atribuída a uma fonte ligada à família, que destaca o caráter estratégico da operação.
A expectativa, segundo pessoas próximas ao senador que residem nos Estados Unidos, é de que o desembarque ocorra nas próximas horas. Os destinos mais prováveis para o pouso do voo seriam as cidades de Miami, na Flórida, ou Dallas, no Texas.
A movimentação acelerada ocorre apenas dois dias após a derrota para Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno das eleições presidenciais.
Segundo informações obtidas pela CNN Brasil junto a pessoas próximas à família, a saída do país teria ocorrido diante da preocupação com uma possível prisão após uma decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que determinou a retenção de seus passaportes. Flávio deixou o Brasil com a esposa e as duas filhas








