A investigação da Polícia Federal sobre o Banco Master ganhou um novo desdobramento na Bahia. Segundo o jornal Folha de S.Paulo, o escritório Gabino Kruschewsky Advogados, sediado em Salvador, é um dos principais alvos da operação. A empresa teria recebido R$ 54 milhões do banco entre 2022 e 2025, ocupando a quarta posição no ranking nacional de repasses da instituição financeira.
O que chamou a atenção dos investigadores não foi apenas o montante, mas a rede de conexões familiares e institucionais envolvendo o Credcesta. A Polícia Federal apura a relação entre o diretor jurídico do Master, André Kruschewsky, e a contratação de seu primo, o procurador do Estado Eugênio Kruschewsky, para atuar na defesa do banco.
O caso também envolve processos movidos pela Associação dos Funcionários Públicos da Bahia (AFPEB) contra o próprio Master. As apurações ocorrem em um período em que os mesmos sobrenomes se cruzavam na presidência da entidade e na defesa da instituição financeira.
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