A defesa do senador Jaques Wagner (PT) rebateu as acusações de irregularidades na venda de um terreno avaliado em R$ 15,8 milhões, conforme reportagem do Estado de S. Paulo publicada neste sábado (18). Segundo o jornal, o parlamentar teria tentado negociar o imóvel um dia após ser alvo de uma operação da Polícia Federal, mas os advogados afirmam que as tratativas comerciais são anteriores à ação policial.
Em nota oficial, os representantes legais do senador esclareceram que a transação imobiliária teve início em 2024 e foi formalizada no ano seguinte com o City Football Group, holding que administra o Esporte Clube Bahia. O acordo previa “a permuta do imóvel por lotes do empreendimento e o pagamento antecipado de R$ 2 milhões”, montante “devidamente declarado, com o recolhimento do imposto sobre o ganho de capital”.
A defesa reforçou que “a escritura pública foi lavrada em maio de 2026, preservando a natureza da operação como uma permuta”. O comunicado ainda destaca que todas as exigências legais e fiscais foram cumpridas, afastando qualquer vínculo com a diligência da Polícia Federal.








