Ceni defende Cauly após vaias: ‘Função que não é a dele’

Foto: Letícia Martins/EC Bahia

Em coletiva após o triunfo do Bahia por 1 a 0 sobre o Fluminense, pelas quartas de final da Copa do Brasil, o treinador Rogério Ceni comentou sobre o episódio envolvendo o meia Cauly, que foi vaiado pela torcida e se retirou para o vestiário ainda durante o jogo. O comandante assumiu total responsabilidade pela decisão.

Ceni revelou que foi ele quem pediu para que o jogador não permanecesse no banco de reservas após ser substituído. “Para deixar claro, eu que pedi para o Cauly ir para o vestiário. Quando ele vem, fica chateado, nervoso, eu disse: ‘Não responda, a torcida é predominante. Eles pagaram o ingresso e têm o direito de se manifestar. Vá descansar no vestiário’”, esclareceu o treinador.

O técnico também contextualizou a atuação do camisa 8, que atuou em uma posição atípica. A justificativa foi a condição física de outro jogador. “Hoje Cauly colaborou numa função que não é a dele porque Pulga só foi liberado para 30 minutos no máximo. Queriam segurar para o próximo jogo, eu pedi a liberação e me comprometi a usar só por 30 minutos”.

Ceni ainda fez questão de exaltar a temporada anterior do atleta, buscando amenizar a insatisfação dos torcedores. “O 2023 realmente foi um ano espetacular, ele foi fundamental. Lembro do 6 a 4 contra o Goiás, que ele fez chover como em tantos jogos”. O Bahia volta a campo no domingo (31), contra o Mirassol, pelo Brasileirão. O próximo confronto com o Fluminense, pela volta das quartas de final, será no dia 10 de setembro, no Maracanã.

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