O técnico Rogério Ceni garantiu sua permanência no comando do Bahia mesmo sob pressão da torcida. Após o empate por 1 a 1 com o Grêmio, neste domingo (17), na Arena Fonte Nova, pela 16ª rodada do Brasileirão, o time baiano ampliou o jejum para sete partidas sem vencer. O treinador rebateu os protestos com convicção. “Eu sei que eu tenho capacidade, que os atletas acreditam em mim.”
Em entrevista coletiva, Ceni afirmou que não abandonará o clube por ofensas. “A gente tem que tentar provar valor, trabalho. Não levo para o pessoal. A vida do treinador é essa. Entendo tudo isso porque o torcedor vem para extravasar. E ele quer o seu time vencer. Não acho justo uma pessoa abandonar o que ama por uma ofensa. Isso é para gente fraca, que desiste fácil.”
A equipe saiu atrás no marcador, mas buscou a igualdade. O comandante analisou o desempenho do Tricolor baiano com lucidez. “Hoje, com tantas oportunidades, a bola não entra. Momento difícil, de baixa. Hoje a gente fez muito bom jogo, melhor que na Copa do Brasil, mas não conseguiu vencer. Isso é frustrante. A gente tenta jogar de acordo com o que o jogo pedia. Eu lamento porque trabalho muito todos os dias, me dedico muito.”
Com 23 pontos, o Esquadrão de Aço caiu para o sétimo lugar na tabela. O Red Bull Bragantino ultrapassou o clube baiano, assumindo a sexta posição com a mesma pontuação. O próximo compromisso acontece na segunda-feira (25), às 20h, no Couto Pereira, pela 17ª rodada do Brasileirão.









