Deputado fala em perseguição após ser alvo de operação da PF

Foto: Reprodução, redes sociais

O deputado estadual Marcinho Oliveira quebrou o silêncio horas após a Polícia Federal (PF) e a Controladoria Geral da União (CGU) cumprirem mandados de busca e apreensão contra ele, na manhã desta quarta-feira (1º). O parlamentar, que também preside o PRD na Bahia, negou as acusações e classificou a medida como uma “perseguição política”.

As investigações apontam indícios de que o político estaria envolvido em um esquema de desvio de recursos públicos. De acordo com fontes próximas ao inquérito, os crimes sob apuração incluem fraude a licitação, lavagem de capitais e organização criminosa, relacionados a contratos de locação de veículos firmados na cidade de Serrinha.

Em um vídeo divulgado em suas redes sociais, o deputado afirmou que foi pego de surpresa pela operação e contestou veementemente qualquer participação nas infrações investigadas. “Reforço que nunca exerci cargo público nem tive função de gestão no município de Serrinha, não tendo qualquer participação na condução desses contratos. Os fatos mencionados são de 2017, período em que atuava na iniciativa privada, e não têm qualquer relação com o meu mandato parlamentar”, declarou.

Na gravação, Marcinho Oliveira também atribuiu a ação a um movimento de antagonismo motivado por interesses eleitorais. “Registro ainda que isso ocorre em um momento em que nosso partido cresce em toda a Bahia, e a perseguição política é evidente. Sigo com a consciência tranquila, fé em Deus e confiança de que a verdade será esclarecida. Seguirei trabalhando com compromisso pelo povo baiano”, acrescentou.

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